Salinópolis recebe IV Festival de Ostras

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Salinópolis recebe IV Festival de Ostras

Salinópolis recebe IV Festival de Ostras

Ostras “in natura” e vários pratos à base do produto estarão à venda nos dias 16 e 23 de julho

Foto : Edinho Costa

Pelo quarto ano consecutivo, os veranistas que visitam o município de Salinópolis terão a oportunidade de apreciar vários pratos feitos à base de ostras cultivadas sob criterioso controle de qualidade. O IV Festival de Ostras de Salinas está dividido em dois dias: 16 e 23 de julho, sempre das 16h às 23h, no restaurante Trepadinha, localizado na avenida Atlântica, em frente ao Hotel Solar. Além das ostras in natura, serão vendidas ostras assadas, sopa de ostras e moqueca de ostras.

Um grupo de 12 produtores da Asapaq, associação que faz parte da Rede Nossa Pérola, está empenhado na promoção do festival. Todos são atendidos pelo Sebrae e produzem na localidade de Santo Antônio de Urindeua, a 20 Km de Salinas. Eles esperam vender 150 dúzias de ostras em cada dia do festival, aos cerca de 400 clientes que devem passar pelo Trepadinha nos dias 16 e 23.

Conscientização

Além da venda do produto, o evento também tem o objetivo de conscientizar o consumidor sobre a importância do consumo exclusivo de ostras de cultivo e dos riscos de se consumir ostras provenientes de extrativismo. Para isso, os produtores estarão munidos de informativos impressos esclarecendo os visitantes sobre as diferenças entre ostras extraídas e cultivadas.

As ostras se alimentam de plânctons que vivem no mar. O animal suga a água em volta de si para filtrar seu alimento. Por isso, quando extraídas de áreas com água poluída, acabam funcionando como hospedeiras de vírus, bactérias e protozoários, além de carregar metais pesados e outras substâncias que também podem prejudicar a saúde de quem as consome, em especial, cruas.

“Quando vão para o mercado, as ostras são vendidas nos tamanhos baby, média e master”Ana Abreu – Gestora do projeto agronegócio no Caeté

O diferencial das ostras das áreas de cultivo da Rede Nossa Pérola é o cuidado ambiental que o animal recebe. Desde antes da fase de coleta das sementes, já são feitos estudos da área para aferir se há condições adequadas para o cultivo. Colhidas as sementes, é iniciado seu processo de engorda que dura, em média, sete meses até que os animais alcancem tamanho suficiente para serem vendidos. “Quando vão para o mercado, as ostras são vendidas nos tamanhos baby, média e master”, explica Ana Abreu, gestora de projetos do Setorial Agronegócios do Sebrae na Região do Caetés/Ostreicultura. Durante todo o processo, é feito o acompanhamento tecnológico do Sebrae aos ostreicultores, com medições frequentes da qualidade da água e avaliações quanto à saúde dos animais.

SERVIÇO: IV Festival de Ostras de Salinas, dias 16 e 23 de julho, das 16h às 23h, no restaurante Trepadinha, na avenida Atlântica, s/n, Salinas ( em frente ao Hotel Solar).

Por: Angela Gonzalez

Fonte : ASN

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