Manhã de sábado é só tranquilidade em Salinópolis

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Manhã de sábado é só tranquilidade em Salinópolis

Carlos e Stefanie aproveitaram a manhã de sábado tranquilo no Farol. ()

Praia do Farol Velho foi o destino para os que buscavam clima mais ameno no final de semana

Na manhã deste sábado (27), as praias de Salinópolis estavam muito tranquilas. Principalmente a da Farol Velho. Foi o destino de quem queria relaxar, longe do som e das poucas concentrações de veranistas. Com a maré baixa, sobrava espaço na areia. E intimidade para quem precisasse.

Obviamente, essa movimentação desanimou ainda mais os proprietários das barracas do Atalaia e vendedores diversos. Alguns comerciantes têm considerado este mês um dos piores julhos da história. De fato, em muitas horas, é possível a praia com menos gente do que se espera para um último final de semana de veraneio.

O isolamento e calmaria foram determinantes para a microempresária Carmem Carvalho, o irmão e a amiga. Os três ficaram numa área mais afastada, no Farol. Ausência dos ruídos humanos, vento e barulho do oceano. Tudo o que os três precisavam. E é o que procuram todos os anos, no passeio tradicional de Salinas.

“Sempre vale a pena. E ultimamente, o melhor é se planejar e trazer as coisas de casa. Tudo está muito caro. Tem diárias em hoteis que custam mais do que em outras partes do Brasil. Nós alugamos imóveis e foi melhor. E a praia, infelizmente, ainda fica muito suja. A segurança está boa. Agora algo que precisa mudar é esses carros na praia”, comenta Carmem.

Em cinco anos, foi a terceira vez que Carlos Henrique e Stefanie Silva vão a Salinas. A “vibe” para eles precisa ser a de calmaria. O certo para namorar e se divertir. Brincaram à vontade na água e se desconectaram das redes sociais digitais, responsabilidades e preocupações. Ao menos por um dia.

“Só conseguimos uma folga para este sábado e já vamos à noite. Gostamos assim: tudo tranquilo. Trouxemos as coisas de casa e consumimos pouco aqui. Acho que a praia está limpa, ao menos agora, e estamos seguros com os órgãos de segurança. Ainda assim, guardamos os celulares. Praia é pra curtir. Não ficar no celular”, contaram Carlos e Stefanie.

oliberal

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